quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Estrelas


Ainda que, a olho nu, as estrelas apenas pareçam como pontos brilhantes no céu; em realidade elas são enormes globos de gás incandescentes a vários milhões de graus centígrados.


Na maioria, são similares ao nosso Sol e, como este, terão destino similar.
Os astrônomos e físicos puderam esmiuçar suas características principais e, comparando estrelas diferentes,  puderam dar-se conta de indícios certos da evolução das mesmas.


Estrelas são esferas auto-gravitantes de gás ionizado, cuja fonte de energia é a transmutação de elementos através de reações nucleares, isto é, da fusão nuclear de hidrogênio em hélio e posteriormente em elementos mais pesados.
As estrelas atuais têm massas entre 0,08 e 140 vezes a massa do Sol (MSol = 1,9891 × 1030 kg), e, as estrelas normais, não colapsadas, temperaturas efetivas entre 2500K e 40 000K.


Existem anãs brancas com temperaturas efetivas até 200 000 K e estrelas de nêutrons com temperaturas efetivas até 1 500 000 K ou mesmo maiores, se considerarmos que a emissão não se dá por toda a superfície, se o campo magnético for intenso.

 

Estrelas Variáveis


Por definição, uma estrela variável é uma estrela cuja luminosidade varia em uma escala de tempo menor que 100 anos.Enquanto a maior parte das estrelas têm luminosidade praticamente constante — como o nosso Sol, que não apresenta praticamente nenhuma variação mensurável (em torno de 0,1% em um ciclo de 11 anos) — a luminosidade de certas estrelas varia de maneira perceptível em períodos de tempo muito mais curtos.

História

Essa variação de luminosidade foi descoberta no século XVI por Tycho Brahequando da aparição da supernova SN 1572, e a observação do aumento e da diminuição regulares do brilho da estrela Mira (o Cetus) em 1596. Descobriram-se cada vez mais estrelas variáveis à medida que os instrumentos de observação foram sendo aperfeiçoados; atualmente, os catálogos de estrelas, dos quais o mais importante é o General Catalogue of Variable Stars, contêm mais de 40 000 estrelas variáveis ou suspeitas de o serem.

Classificação

General Catalogue of Variable Stars classifica as estrelas variáveis em seis classes distintas, de acordo com as razões causadoras da variabilidade observada:
  • variáveis eruptivas
  • variáveis pulsantes
  • variáveis rotacionais
  • variáveis cataclísmicas, explosivas, ou do tipo-Nova
  • sistemas binários eclipsantes
  • sistemas binários com fontes intensas de raios-X

Variáveis eruptivas


A luminosidade dessas estrelas é causada por erupções e outros processos violentos que ocorrem em suas cromosferas e coronas. As mudanças na luminosidade são frequentemente acompanhadas pela ejeção de matéria na forma de vento estelar de intensidade variável e/ou por interação com a matéria do meio interestelar circundante.

Variáveis pulsantes

Nessas estrelas a variabilidade decorre da expansão e contração de suas camadas superficiais. As pulsações podem ser radiais ou não radiais. As pulsações modulam a luminosidade da estrela, causando variações periódicas ou semi-periódicas em escalas de tempo que podem variar de alguns minutos ou horas até algumas dezenas de anos ou séculos.

Variáveis rotacionais

São estrelas com uma distribuição superficial de brilho não-uniforme ou com formato elipsoidal. A variabilidade é então causada pela rotação axial da estrela em relação ao observador. A distribuição não-uniforme do brilho pode ser causada pela presença de manchas ou por qualquer outra desuniformidade térmica ou química na atmosfera da estrela, produzida pelo campo magnéticocujo eixo de simetria, normalmente, não coincide com o eixo de rotação da estrela.

Variáveis cataclísmicas, explosivas e do tipo-Nova

Nas variáveis explosivas, as explosões são causadas por processos termonucleares em suas camadas superficiais (Novas), ou pelo colapso de seus núcleos (Supernovas). As estrelas desta classe mostram uma rápida liberação de energia para o espaço circundante.


Em uma variável cataclísmica é muito comum se observar sistemas em que uma das componentes é uma estrela anã branca quente rodeada por um disco de acresção formado por matéria proveniente de sua companheira, uma estrela com volume maior e mais fria. As variações de até 5 magnitudes ocorrem em alguns sistemas, conhecidos como novas anãs e são devidas a queda abrupta do material do disco no potencial gravitacional da anã branca causada por instabilidades do disco quando este se encontra muito denso. Variáveis cataclísmicas dão a origem das novas.


Sistemas binários eclipsantes

Nesta classe a causa da variabilidade é extrínseca à estrela, sendo decorrente de eclipses. Os eclipses ocorrem quando o plano orbital do sistema binário está aproximadamente alinhado com a linha de visada do observador, de forma que o observador pode ver quando uma das estrela transita em frente da outra, obstruindo total ou parcialmente a passagem de sua luz. Durante o eclipse, a intensidade da luz do par binário sofre uma variação, cuja magnitude depende da relação das luminosidades das duas estrelas. Nesta classe de estrelas variáveis, a variabilidade é periódica e o período dos eclipses é igual ao período orbital.

Fontes variáveis de raios-x

Existem sistemas binários que são fontes variáveis de raios-X, as quais não podem ser classificadas em nenhuma das classes precedentes. Uma das componentes do sistema é um objeto compacto e quente, como uma anã branca, uma estrela de nêutrons, ou, possivelmente, um buraco negro, e recebe uma injeção de matéria vinda da companheira ou de um disco de acresção. O fluxo de matéria é o que dá origiem à emissão de raios-X, a qual atinge a atmosfera da companheira que, sendo mais fria do o objeto compacto, re-irradia, na forma de radiação térmica de alta temperatura (efeito de reflexão). Este efeito é responsável pelas características complexas da variabilidade óptica observada neste tipo de sistema binário.





Referências


sábado, 7 de agosto de 2010

  www.kellygoncalves.wordpress.com/2009/06/07/alfabeto-grego/




Aprendendo a reconhecer o céu com kstars

Data 24 de julho de 2010 as 19:30h

1.Observe a aparência do Céu e identifique duas constelações que estarão visíveis próximas ao horizonte nos pontos cardeais: Norte, Sul, Leste e Oeste neste dia e hora.
R=
Norte- Ursa minor, ursa major
Sul- Sagittarius, scorpius
Leste-Virgo, libra
Oeste-Aquarius, pisces


2.Vá até a estrela c encontre para esta estrela as suas: Designação de Bayer, coordenadas equatoriais (2010,6), magnitude aparente, distância e classe espectral.
R=
Designação de Bayer: Alfa scorpii
Coordenadas equatoriais: AD 16h 29m 57s  Dec. - 26° 27' 12" 
Magnitude aparente:  1,1
Distância: 185 pcs
Classe espectral: M1

 3.A estrela cujas coordenadas equatoriais (2010,6) são: A.R. 18h 37m 19s e Dec. 38° 47’ 42”. Qual o nome dessa estrela?
R= Vega
Designação de Bayer: Vega alfa Lyrae
Magnitude aparente:0,0
Distância: 7,76 pcs
Classe espectral: A0

4.Veja se o planeta Saturno poderá ser observado. Em qual constelação se encontra o planeta Saturno? E o planeta Júpiter, nesta data e horas estará visível no céu?
R=
Saturno está vísivel na  constelação de Virgem.
Júpiter está vísivel  na constelação de peixes.

5.Localize as estrelas eta Scuti, Altair, Al Thalimain, Tarazed, 12 Aquilae e Nunki e preencha a tabela na ordem decrescente de brilho. Na linha de baixo da tabela preencha as magnitudes visuais dessas estrelas. Observe a tabela. Como você acha que a magnitude visual se relaciona com o brilho da estrela?
R=

EstrelaEta Scuti12 AquilaeAl ThalimainTarazedNunkiALtair
Mag(V)0,82,02,73,44,04,8

6.Encontre as estrelas variáveis listadas abaixo e para cada uma determine suas coordenadas equatoriais para o equinócio da data.
R=

Estrela Variável
Coordenadas
Mag (V)
Chi CygniAD:19h 50m 54s Dec. 32° 56' 09"7,9
Eta AquilaeAD: 19h 52m 56s Dec.1° 01' 41"3,9
DeltaAD: 18h 42m 46s Dec. - 9° 02' 39"4,7
Kappa PavonisAD: 18h 57m 54s Dec. 67° 13' 26"
Novas Análises

Anderlaine Almeida e Siene Fontes

Introdução:
Dentro de uma caixa de papel oficio totalmente fechada foi colocado um objeto e o objetivo é descobrir qual é esse objeto sem abrir a caixa.

Objetivo:
Descobrir o que há  dentro de uma pequena caixa de papel em forma de pirâmide utilizando a observação, a experimentação e a conclusão, usando equipamentos e instrumentos que possam facilitar a análise.

Materiais e metódos:
- Lanterna
- Balança digital
- Imã
Ao colocarmos contra a luz percebemos de que objeto se tratava, e o imã serviu para cuncluir nossa análise por  ter magnetismo e assim chegarmos a uma conclusão.

Resultados obtidos:
Nossa análise revelou que dentro da caixa tinha uma moeda.

Conclusão:
E assim concluimos que dentro da caixa tem uma moeda, por seu peso e sua estrutura.

Referências:
Experimento: Descobrindo o metódo.
Programa Inicia

sábado, 31 de julho de 2010

Syene e Anderlayne do Inicia 2010



Nós somos estudantes de astronomia e estamos cursando o inicia 2010, temos 17 anos, Siene Queiroz Fontes e estudo no Gilvana Ataide, e eu Anderlaine Almeida da Silva estudo no Moreira e Silva, moramos em Maceió-AL, no Brasil.

Resolvemos participar do inicia por acharmos muito fascinante observar as estrelas, os planetas etc.


"A astronomia é útil porque nos eleva acima de nós mesmos; é útil porque é grande, é útil porque é bela; isso é o que se precisa dizer. É ela que nos mostra o quanto o homem é pequeno no corpo e o quanto é grande no espírito, já que nesta imensidão resplandecente, onde seu corpo não passa de um ponto obscuro, sua inteligência pode abarcar inteira, e dela fluir a silenciosa harmonia. Atingimos assim a consciência de nossa força, e isso é uma coisa pela qual jamais pagaríamos caro demais, porque essa consciência nos torna mais fortes."
 - Henri Poincaré em O Valor da Ciência (1904)